Miley Cyrus é a nova musa do Rap?

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rap encontrou sua musa e o nome dela é Miley Cyrus. A queridinha da Disneyvirou uma criança selvagem que tem crescido e crescido, e agora, Cyrus está estrelando o vídeo da música “Fire” para o álbum “Hall of Fame” do Big Sean.
Miley Cyrus aparece através de diferentes cenas, pouco vestida e brilhando.
É sobre passar por tempos difíceis, através do fogo, e sempre evoluindo. Quer seja nos relacionamentos, vida pessoal, em seu trabalho, etc” diz Big Sean sobre o vídeo “Fire“.
O personagem de Miley no visual representa uma metáfora para as pessoas que podem ter mudado e evoluído para algo bonito, que têm evoluído nos relacionamentos do passado – a imagem em que estou queimando simboliza um antigo romance e saindo vitorioso e belo como uma flor
Rappers fizeram referência à Miley Cyrus durante anos, como um eufemismo para cocaína (Future, Meek Mill, Lil Wayne), quando aconteceu a façanha do TMZ(quando Miley foi pega fumando “sálvia”) e continua puxando as cordas da paixão de longa duração ao rap com meninas brancas. Mas até recentemente, Miley Cyrus não tinha notoriedade nesta coisa toda de rap.
Um vídeo em que Miley Cyrus dança “Twerk” para música “WOP” do cantor J. Dashenquanto está vestindo uma roupa de unicórnio, tornou viral no inicio deste ano, conectando Miley com a dança hip-hop com rap de 2003.
Quando Jay Z falou da cantora na música “Somewhere in america” de seu novo álbum “Magna Carta Holy Grail” (“Cause somewhere in America, Miley Cyrus is still twerking/ twerk, twerk, twerk, twerk, Miley, Miley, twerk…Only in America“) uma brincadeira alegre trouxe Miley para um conversa sobre raça e evolução de artistas. (Além disso, quem pode esquecer de Miley falando de Jay Z em sua canção “Party In The USA“?)
Ela é o pior pesadelo de um mundo antigo“, Jay Z tweetou, quando alguém perguntou: “Você realmente acha que Miley ainda está twerkando em algum lugar nos Estados Unidos?
Eu gosto do que ela está fazendo agora. Ela é destemida“, disse Angie Martinezsemanas antes. “Só de ver a situação, as pessoas querem que ela seja alguma coisa e ela fica tipo ‘eu não sou assim. Eu tinha 6 anos de idade. Você quer que eu tenha 6 anos pra sempre?‘ E essa é a reação dela para isso. Talvez seja até demais, mas é compreensível.”
Miley está enfatizando no hip-hop e sua sexualidade para reinventar sua imagem, ampliar seu público e se impulsionar para um estrelato adulto. Ela demonstra a influência que o hip-hop tem sobre ela, desde o twerking, acessórios, vestuário (blusa escrita “Sex, Drugs & Rap“) para a sua própria música. Seu hit número #2 “We Can’t Stop” foi produzido por Mike Will Made-it, mais conhecido por trabalhar com Juicy J e 2 Chainz e entre outros.
Eu não duvido da autenticidade do favor de Miley para o hip-hop. Repentina (em comparação a simpatia de Justin Bieber com rappers desde o nascimento de sua carreira) e exagerada (dentes de ouro, dedo do meio). Sim, mas é principalmente devido à referência inevitável e transição de estrela infantil em que nada é tão fundo, legal ou perigoso (todos os sinônimos de hip-hop a um público mais amplo e mais velho) estão fora de questão.
Seja lá artificial ou verdadeira, a relação de Miley Cyrus com o rap é mutuamente beneficial para ambas partes envolvidas. Enquanto ela está evoluindo em seus termos, rappers como Juicy J, J. Dash e Big Sean, dois dos quais têm os próximos lançamentos em 2013, querem ampliar seu público. Atravessar não faria mal. Qual a melhor maneira de se alinhar com uma artista pop de sucesso?
Os Rappers acolheram ela de braços abertos. Além de aparecer como estrela principal do vídeo de Big Sean e ter sido titulada como “Ass in Session” por Ying Yang Twins, ela está atualmente trabalhando ao lado de rappers talentosos e predominantemente produtores de rap, como Pharrell Wlliams, Mike Will Made ite Tyler, The Creator. A relação de amizade de Miley com o Rap parece não ter uma data de expiração.
Fonte: Billboard.com